Eu - ensaiando braços sempre em prestes, sempre em dispostos, sempre em quases - invento teu corpo de renitência e cansaço, partidas e claros.
Eu - entrevando o tanto que tinha aprendido, vomitando dias sorvidos num gole - espero que tu te detenhas antes de fechar a porta.
Eu - resumindo promessa, prenhez, enigma, posta restante - resto em cacos.