Sou de escuros e de tudo o que mora pequeno no umbigo das coisas, do que incrusta só e miúdo nas reentrâncias discretas, de passagens secretas, do que há de entreaberto e escuso. Sou de mudez e quietudes, de bordados e agulhas, sangue em gota, língua vermelha e pensamentos espirais e só me encontro se me resumo rubra e ínfima onde só cabem vestígios, se raspo meu olhar dos vidros, se resgato minhas mãos das teias.
Escrito por
Ticcia às 11:46 de 24.02.2005
Comentários:
Vc tem imagens mto bonitas, lindas metáfora:"raspo meu olhar dos vidros" é mto forte, demais.
Nao é pra qualquer um, é dom mesmo.
Ontem achei teu texto pesado, desculpe se me intrometo a critica, mas nao está tao bonito quanto os outros TODOS.
Um abraço virtual, Laura.
PS: espero que a sensaçao de exclusao e angústia que passa seja exagero poético, nao real.
Que belo retorno, Ticcia - eu que sou só inquietudes, me perco de vez em suas palavras. beijo
Achei genial seu estilo. Linkar-te-ei em breve.
Fot maravilhoso, só um profissional dos bons conseguiria algo assim.
Abraços.
LINDAS PALAVRAS....PARABÉNS!!! AS COISA QUE LEIO AQUI ME TOCAM. EMOCIONANTES!!!!!
Que bela página, guria.
parabéns!
Aportei aqui e perdi a âncora. Quase fui à deriva nos mares de palavras mágicas e profundas. Viva o dom de escrever. Beijos, Ró.
Leio teus textos devorando as linhas que tão habilmente costuras em prosa. Muitas vezes não sei se te leio prosa ou se te sinto poesia. Bom voltar aqui e reencontrar teus passos.
lindo o texto
escreva mais !!!!!
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Nao é pra qualquer um, é dom mesmo.
Ontem achei teu texto pesado, desculpe se me intrometo a critica, mas nao está tao bonito quanto os outros TODOS.
Um abraço virtual, Laura.
PS: espero que a sensaçao de exclusao e angústia que passa seja exagero poético, nao real.